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Opinião

07/12/2015 23:59

JORNALISTA DENUNCIA LOJA QUE FAZ APOLOGIA À MACONHA E É AGREDIDA

Vilhena, RO – Uma Jornalista identificada pelas iniciais Ellen. D. L., desabafou através do seu perfil pessoal no Facebook, a  injusta agressão sofrida. De acordo com a vítima, as agressões aconteceram na madrugada deste último domingo (6) no momento em que foi buscar a irmã no Parque de Exposições. 

Confira na íntegra o que aconteceu.

"DIÁRIO DE UMA JORNALISTA KKK

Explicando o ocorrido comigo nesta madrugada, 06 de dezembro. Eu fui buscar minha irmã no Duelo Sertanejo por volta das 02h10, no parque de exposições em Vilhena. Ao entrar no salão, dei uns cinco passos quando uma garota L. me puxou pelo cabelo, me deu alguns arranhões e me jogou no chão. Eu tentei sair, mas não consegui. Ela arranhou meu braço, deu um chute na minha cabeça, um no meu joelho, esses são os lugares q ficaram os hematomas que foram registrados pelo médico legista. Na hora, alguém me tirou do lugar e eu nem consegui ver nada direito. O segurança é meu amigo e me levou até o carro. Um amigo dela me avisou que ela estava esperando pra me bater. Eu acionei a PM que rapidamente chegou ao local e foram super atenciosos, me levaram dentro do salão para procurar ela. Mas com a presença da polícia ela lá fugiu. Registrei a ocorrência na Delegacia de Polícia Civil e estou entrando com uma representação contra ela. Fiz exame de corpo de delito. Só pra explicar o porquê da confusão. Meses atrás, quando ainda trabalhava no Correio de Notícias, a tal L. estava abrindo uma loja na avenida Melvin Jones, chamada Legalize. Fiz uma matéria dizendo que inauguraria em Vilhena a primeira loja que fazia apologia ao uso da maconha, crime previsto em lei. Ela foi até o meu trabalho me ameaçar e eu registrei, ainda na época, um boletim de ocorrência policial. Agora ela cometeu a lesão corporal. Me chamava de jornalistinha em todo o tempo q me batia. Agradeço todos que se preocuparam e que mandaram mensagem, ligaram, perguntaram. Agradeço principalmente aos que presenciaram o fato e me tiraram do local, à PM que prestou apoio, foi rápida e eficiente. Esses são os ossos do ofício, rsrs, mas sigo com o meu trabalho. É o que eu amo fazer e não é uma surra que vai me parar. Talvez precisamos de mais coragem para lidar com as represálias. Jornalismo é risco, e eu me disponho aos riscos que a minha profissão oferece. Obrigada mesmo, a todos. Quanto à L., responderá na justiça".

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