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Cidades

25/06/2018 00:04

BARBÁRIE: Mulher é presa na maternidade após abortar e jogar em centrífuga.

Uma mulher de 28 anos foi presa neste domingo (24) acusada do crime de infanticídio. A prisão ocorreu na Maternidade Mãe Esperança, em Porto Velho. Segundo ocorrência policial, uma familiar da suspeita disse que a parturiente tinha escondido a gravidez por todo período e que negava a todo momento que pudesse estar grávida, muito menos ter praticado aborto.

Porém, sem muitas explicações, a suspeita solicitou ajuda para que fosse levada a UPA da zona Leste para receber atendimento médico, pois segundo ela estava passando mal devido ter tido uma crise de diarréia e vomito no decorrer da noite de ontem.

 

Após a parturiente ter sido atendida por volta das 11:00h e liberada às 18:00h, logo que retornou para casa, ainda sem confessar que teria entrado em trabalho de parto e conseqüentemente dado a luz a uma criança, permaneceu em seu quarto como se nada tivesse acontecido.

 

Ainda segundo a testemunha, quando por volta das 22h do mesmo dia, a cunhada da parturiente, após ir até o banheiro da residência, observou algo estranho, bem como manchas de sangue. Por desconfiar que a cunhada  teria mesmo abortado, então por curiosidade passou a mexer em algumas roupas sujas que estavam dentro de uma centrífuga. Foi quando ela observou que o vestido que a suspeita vestia em momento anterior, estava todo ensangüentado e dentro dele estava o corpo da criança, já sem vida.

 

A testemunha afirma também que a criança estava bem embrulhada e no fundo da centrífuga. A suspeita então foi questionada e confessou que teria entrado em trabalho de parto por volta das 8h da manhã de ontem. Relatou ainda que logo que a criança nasceu imaginou que estava morta, pois ela teria caído e batido a cabeça ao solo.

 

Ela disse que percebeu que a criança não respirava nem esboçava qualquer reação, então ela para esconder que teria parido, pegou a criança, embrulhou no próprio vestido e ocultou o corpo. Logo que soube o que a suspeita teria feito, a testemunha rapidamente pegou a criança já sem vida, ainda embrulhada no vestido e convenceu a suspeita para que fosse atendida na maternidade municipal. Isso já passado um período superior a 15h. Na maternidade, uma guarnição da PM foi acionada pela médica de plantão e ao ser informada do ocorrido deu voz de prisão à mulher. A suspeita recusou dar maiores informações sobre o ocorrido e nem porque não buscou socorro no momento do parto.


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